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  • Abr

    15

    2014

Comércio segue vendendo mais em 2014

As vendas do comércio brasileiro em fevereiro cresceram 0,2% em relação a janeiro, e 8,5% em relação a fevereiro do ano passado, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (15).

Analistas consultados pela agência de notícias Reuters esperavam, em média, uma alta de 0,2% nas vendas em fevereiro na comparação com janeiro. Na comparação com fevereiro do ano passado, a mediana apontava para um avanço de 8,1%.

Em janeiro, as vendas do comércio tinham crescido 0,4% em relação a dezembro. Nos dois primeiros meses do ano, a alta no volume de vendas foi de 7,4%. No acumulado dos últimos 12 meses, a variação é positiva em 5%.

O faturamento do comércio em fevereiro subiu 0,2% em relação a janeiro, e 13,9% em relação a fevereiro do ano passado. A receita vem subindo desde junho de 2012.

Comparação com janeiro

Entre as categorias pesquisadas pelo IBGE, quatro apresentaram alta em fevereiro na comparação com janeiro; outras quatro tiveram resultado negativo; e duas ficaram estáveis.

Entre as maiores altas estão produtos de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (9%); material de construção (2,2%); combustíveis e lubrificantes (1,6%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0,5%).

A categoria de móveis e eletrodomésticos ficou estável, assim como a de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos.

Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo tiveram variação negativa de 0,3%; tecidos, vestuário e calçados caíram 0,5%; livros, jornais, revistas e papelaria recuaram 3,4%; e veículos e motos, partes e peças caíram 7,6%.

Comparação com fevereiro

Na relação entre fevereiro de 2014 e fevereiro de 2013, de oito atividades do varejo apenas o segmento de livros, jornais, revistas e papelaria obteve resultado negativo no volume de vendas, com variação de -4,2%. 

Na categoria de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que teve o maior peso no resultado final, as vendas subiram 5,1%.

Artigos de uso pessoal e doméstico avançaram 17,2%; as vendas de combustíveis e lubrificantes subiram 13,5%; móveis e eletrodomésticos cresceram 10,5%.

Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos tiveram alta de 15,2% nas vendas; tecidos, vestuário e calçados, de 7,4%; e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação subiram 7,1%.